Corantes artificias, perigo para crianças e adultos.

Corantes artificias, perigo para crianças e adultos.

Há séculos que corantes são adicionados a alimentos para torná-los não somente mais atraentes como também mais gostosos, chegando a ser utilizados, inclusive, em medicamentos e suplementos vitamínicos para crianças. Muito se discute a respeito do assunto já que agências reguladoras de sua liberação ainda alegam que faltam estudos que comprovem seus efeitos nocivos a longo prazo. Por um outro lado, médicos e pesquisadores acreditam que já existam dado suficientes que comprovem o desencadeamento de quadros alérgicos como urticária, síndrome do cólon irritável, erupções na pele, asma e até alterações de comportamento. Em trabalho realizado pela Universidade de SouthHampton, Inglaterra, ficou constatado que o consumo de corantes de cores vivas alterou o comportamento de crianças de três, seis e nove anos de idade. Hiperatvidade também pode estar correlacionada a ingestão dos componentes químicos, que podem ser substituídos por opções naturais, como destaca a nutricionista Andréia Moura, de São Paulo. A clorofila é um exemplo de corante natural que pode ser adicionado a preparos de alimentos, substituindo a Tartrazina, considerada extremamente nociva, ou o suco da beterraba, usada no lugar de corantes avermelhados. Pesquisadores lembram, ainda, que além de nocivas tais substâncias não apresentam valor nutricional algum, podendo realmente estarem longe dos alimentos e suplementos infantis. Se seu filho sofre de quadros alérgicos, incluindo os respiratórios, vale experimentar um período sem os alimentos artificiais ricamente coloridos e observar a resposta, ressalta o médico goiano Frederico Lobo, que diz observar grandes melhoras em seus pacientes, incluindo em relação ao humor. Seleções, pg 46-54, abril 2012.

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